Quem somos

PROJETO RIOS LIVRES

 

 

“Rios Livres” é um projeto do GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente que tem como missão preservar os rios selvagens em Portugal e alertar para a importância social, ambiental e económica dos ecossistemas ribeirinhos.

MISSÃO

Fazer ativismo em defesa de rios livres e limpos: promover a sua importância e funções, despertar mentes e mobilizar pessoas para a sua proteção, valorizar as suas paisagens, ecossistemas e populações, lutar pela remoção de barreiras e a não construção de barragens inúteis e pela despoluição das massas de água.

 

VISÃO

Defender rios vivos: proteger os livres, cuidar dos ameaçados, salvar os que estão em risco.

 

VALORES

Acreditamos:

Na liberdade: de expressão e opinião baseadas num espírito crítico honesto, respeitador e construtivo;

No ativismo: irreverente, combativo e desafiante;

Na exigência e rigor intelectual: cultivando a responsabilidade e transparência nos argumentos, na comunicação e na ação;

Numa abordagem holística: redefinindo conceitos de sustentabilidade e conservação na proteção dos ecossistemas;

No espírito de equipa e entrega: através do compromisso, partilha, parceria e alteridade;

Na importância de Rios Vivos: afirmando o seu valor intrínseco e importância para as suas comunidades;

Na utopia: temos paixão pelo que fazemos, acreditamos na mudança e no vanguardismo das nossas ideias.

 

OBJETIVOS

  • Aumentar a consciência pública sobre a urgência de proteger e preservar rios, divulgando as suas caraterísticas e relacionando-as com modelos de desenvolvimento sustentáveis;
  • Mudar o paradigma da gestão dos recursos hídricos, democratizando-a, através da informação e consciencialização para os serviços prestados pelos ecossistemas ribeirinhos;
  • Lutar contra os impactes negativos – existentes e previstos – de atividades humanas que coloquem os rios em causa de forma significativa e impedir a sua exploração em benefício de interesses que não sejam os do interesse comum;
  • Travar a concretização do Plano Nacional de Barragens e a construção de novas barragens inúteis;
  • Impedir a degradação de rios, denunciando os problemas relacionados com a poluição e a alteração hidromorfológica;
  • Promover a identificação das barreiras existentes nos rios, de modo a diagnosticar a redução dos seus impactes e construir/desenvolver mecanismos de proteção.

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