Nós na imprensa até 2017


Grupo ambientalista protagoniza campanha contra a construção das barragens do Alto Tâmega

A Voz de Trás os Montes – 21 de setembro de 2017

O rio Tâmega encontra-se, atualmente, segundo a associação ambientalista, GEOTA (Grupo de Estudos e Ordenamento do Território e Ambiente) em “risco” pela forma como está “poluído e moribundo”, apresentando “uma grave situação de eutrofização (rio verde, cheio de algas)” em Amarante, Mondim de Basto e Chaves.


Rio Tâmega está poluído e tem futuro ameaçado

Beachcam – 14 setembro 2017

Esta semana o GEOTA denunciou a situação nas redes sociais e formalmente junto do SEPNAe da GNR de Amarante


GEOTA diz que Tâmega está “poluído e moribundo tem o futuro ameaçado”

Agricultura e Mar- 14 setembro 2017

A equipa do projecto Rios Livres, do GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, está desde sexta-feira em Amarante a promover a campanha Vota Tâmega, que pretende desafiar as candidaturas autárquicas da região a comprometerem-se com a defesa de um rio livre e limpo. Segundo aqueles ambientalistas, estão a “acompanhar a grave situação de eutrofização verificada no rio em Amarante, Mondim de Basto e Chaves”.


GEOTA diz que Tâmega está “poluído e moribundo tem o futuro ameaçado”

Agroportal – 14 setembro 2017

A equipa do projecto Rios Livres, do GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, está desde sexta-feira em Amarante a promover a campanha Vota Tâmega, que pretende desafiar as candidaturas autárquicas da região a comprometerem-se com a defesa de um rio livre e limpo. Segundo aqueles ambientalistas, estão a “acompanhar a grave situação de eutrofização verificada no rio em Amarante, Mondim de Basto e Chaves”.


 Barragens do Tâmega são o “maior atentado” à natureza em 2017, diz Quercus

Jornal de Notícias – 27 de julho de 2017

A associação ambientalista Quercus classificou esta quinta-feira as barragens em construção no Alto Tâmega, no distrito de Vila Real, como o “maior atentado” à conservação da natureza, em Portugal, em 2017.


MIMO Recorde com 60 mil garante 2018

Jornal de Notícias – 25 de julho de 2017

Festival de Amarante fechou em alta com Ala.Ni e Manuel Cruz


GEOTA – Associação ambientalista quer parar a construção das barragens do Tâmega

Notícias de Aguiar – 25 de julho de 2017


Rodrigo Amarante levanta a voz contra barragens no Tâmega

Diário de Notícias – 24 de julho de 2017

Cantor brasileiro aproveitou concerto em Amarante, no Festival MIMO, para se insurgir contra a construção de barragens no rio Tâmega


O Mimo perdeu o legado do samba para ter o legado do mundo

Público – 24 de julho de 2017

Foram 60 mil a procurar a música de todo o mundo em Amarante.


Rodrigo Amarante contesta barragem no palco do Festival MIMO

Jornal de Notícias – 23 de julho de 2017

O músico brasileiro Rodrigo Amarante deu, esta noite no Festival MIMO, um “chega p’ra lá” na pretensão da EDP em construir uma barragem em Fridão, Amarante.


Entrevista ao projeto Rios Livres do GEOTA | ÁUDIO

Rádio Clube Aguiarense – 19 de julho de 2017

Pedro Santos, do projeto Rios Livres, da associação ambientalista GEOTA, conversa com Luís Miguel Roçadas sobre a Caravana pelo Tâmega e a campanha “Vota Tâmega”.


Portugal em Direto: Barragens no Tâmega | ÁUDIO

Antena 1 – 18 de julho de 2017 

Barragens do Alto Tâmega são consideradas um balão de oxigénio para as economias dos concelhos abrangidos. Em sentido contrário, a associação ambientalista Geota lança “Vota Tâmega” contra a construção das barragens.


Campanha “Vota Tâmega” sensibiliza candidatos autárquicos contra barragens

LUSA/Diário de Notícias – 17 Julho 2017

A associação ambientalista GEOTA anunciou hoje a campanha “Vota Tâmega” que quer travar a construção de quatro barragens no vale do Tâmega e sensibilizar os candidatos às autárquicas 2017 para o impacto negativo dos empreendimentos.


Campanha “Vota Tâmega” quer parar a construção de novas barragens

Ambiente Magazine – 17 Julho 2017

Com o objetivo de que se pare a construção das barragens do Vale do Tâmega, surge agora uma campanha promovida pela associação ambientalista GEOTA, no âmbito do projeto Rios Livres, que dá pelo nome ‘Vota Tâmega’.


Vota Tâmega quer parar a construção de novas barragens

Agricultura e Mar  e Agroportal – 17 Julho 2017

A Vota Tâmega é uma campanha promovida pela associação ambientalista GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, no âmbito do projecto Rios Livres. A acção pretende sensibilizar os candidatos a presidente de câmara nas eleições autárquicas de Outubro de 2017 para o “impacto negativo” das novas barragens no Vale do Tâmega: Fridão, Daivões, Gouvães e Alto Tâmega.


Campanha “Vota Tâmega” sensibiliza candidatos autárquicos contra barragens

LUSA/O JOGO – 17 Julho 2017

A associação ambientalista GEOTA anunciou hoje a campanha “Vota Tâmega” que quer travar a construção de quatro barragens no vale do Tâmega e sensibilizar os candidatos às autárquicas 2017 para o impacto negativo dos empreendimentos.


Campanha «Vota Tâmega» quer impedir contrução de novas barragens

A Bola.pt – 17 Julho 2017

A associação ambientalista Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) está a promover uma campanha, no âmbito do projeto Rios Livres, que tem o objetivo de sensabilizar os candidatos autárquicos para o impacto negativo das novas barragens do Vale do Tâmega.


Ana Brazão analisa a construção da barragem de Fridão

SIC Notícias – 15 de junho de 2017

Ana Brazão, coordenadora do projeto Rios Livres, esteve esta quinta-feira, na Edição da Noite, onde analisou a construção da barragem de Fridão.


Ministério Público investiga barragens da EDP e Iberdrola

Jornal Económico, edição 1888, 9 de junho de 2017

Jornal Económico – 11 de junho de 2017

Inquérito foi aberto após queixa da GEOTA, com base em notícias sobre alegados subornos pagos pela Odebrecht, que com o grupo Lena construiu barragem do Baixo Sabor, aprovada pelo governo Sócrates.


MP investiga queixa do GEOTA sobre barragem do Baixo Sabor

LUSA/Diário de Notícias – 09 de junho de 2017

A Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou hoje que foi aberto um inquérito na sequência de uma queixa-crime apresentada pela organização ambientalista GEOTA relacionada com a barragem do Baixo Sabor.


MP abre inquérito após queixa do GEOTA sobre barragem do Baixo Sabor

LUSA/Público – 09 de junho de 2017

A Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou hoje que foi aberto um inquérito na sequência de uma queixa-crime apresentada pela organização ambientalista GEOTA relacionada com a barragem do Baixo Sabor.


Ministério Público investiga barragens da EDP construídas pela Odebrecht e pelo grupo Lena

Expresso – 09 de junho de 2017

Inquérito foi aberto após queixa do Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA), com base em notícias sobre alegados subornos pagos pela Odebrecht


GEOTA acusa Governo de beneficiar barragem da EDP no Tâmega

Esquerda.net – 8 de junho de 2017

Segundo o Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, o executivo violou uma diretiva europeia, permitindo que a EDP avance com a barragem de Fridão. Apesar de suspenso até 2019, o projeto viu prolongado o seu prazo de validade. GEOTA vai apresentar queixa à Comissão Europeia.


Geota apresenta queixa à Comissão Europeia contra barragem da EDP no Tâmega

Agricultura e Mar e Agroportal – 7 de junho de 2017

O Conselho de Ministros aprovou uma Resolução que permite que a EDP avance com a barragem de Fridão, no Tâmega. Apesar de suspenso até 2019, para reavaliação, o projecto viu prolongado o seu prazo de validade. O Geota – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente diz que a decisão “viola uma Directiva europeia” e vai apresentar queixa à Comissão Europeia.


Aquecimento Verbal – Emissão 207

16 de março de 2017

  • Save Europe’s Rivers, o projecto que quer proteger os rios da Europa;
  • Whanganui: o rio que passou a ter os mesmos direitos que os seres humanos;

Save Europe’s Rivers , o projeto que quer proteger os rios da Europa

Green Savers – 14 de março de 2017

Save Europe’s Rivers – Salvem os rios da Europa é uma iniciativa criada por associações ambientais de 7 países europeus, com o objectivo de alertar para as consequências negativas provocadas pela existência de mais de um milhão de barreiras nos cursos de água do Velho Continente.


Ambientalistas lançam movimento europeu pelos rios e contra as barragens

Esquerda.net – 14 de março de 2017

O GEOTA, através do projeto Pelos Rios Livres, e o SOS Salvem o Surf juntaram-se a associações de outros seis países europeus para lançar o movimento Save Europe’s Rivers. Ambientalistas denunciam impactos das barragens nos ecossistemas.


Lançado movimento internacional para proteger os rios da Europa

Wilder – 14 de março de 2017

O GEOTA, através do projeto Pelos Rios Livres, e o SOS Salvem o Surf juntaram-se a associações de outros seis países europeus para lançar o movimento Save Europe’s Rivers. Ambientalistas denunciam impactos das barragens nos ecossistemas.


Temos mesmo que proteger os nossos rios

Beachcam – 14 de março de 2017

Em Portugal, o GEOTA e a SOS Salvem o Surf são, para já, os colectivos aderentes…
Save Europe’s Rivers- Salvem os rios da Europa é uma iniciativa criada por associações ambientais de 7 países europeus, com o objectivo de alertar para as consequências negativas provocadas pela existência de mais de um milhão de barreiras nos cursos de água do Velho Continente.


Foram mais olhos que barragens

Expresso – 18 de fevereiro de 2017

Lançado há uma década, o plano nacional de barragens não se concretizou como previsto pelo Governo Sócrates


Barragens: Suspeitas de corrupção e tráfico de influências originam queixa na PGR

Esquerda.net – 17 de fevereiro de 2017

Ambientalistas do GEOTA apresentaram queixa-crime na Procuradoria-Geral da República para que seja desencadeada uma investigação aos negócios das novas barragens de Trás-os-Montes, da Iberdrola e EDP.


Ambientalistas querem investigação a Barragens do Tua, Sabor e do Tâmega

Rádio Brigantia – 17 de fevereiro de 2017

O Grupo de Estudos do Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) entregou esta manhã uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República, em Lisboa, onde pedem uma investigação aos responsáveis políticos e técnicos na construção nas Barragens do Tua, Sabor e do Tâmega. Os ambientalistas pedem investigação por alegados crimes que podem configurar corrupção e tráfico de influências.


GEOTA pede ao Ministério Público para investigar construção de barragens – VÍDEO

RTP – 16 de fevereiro de 2017 

Os ambientalistas querem que o Ministério Público investigue pelo menos 17 anos de decisões políticas sobre as barragens de Foz Tua, Tâmega e Baixo Sabor. O GEOTA acaba de entregar uma queixa-crime na Procuradoria Geral da República, com mais de mil páginas.


Suspeitas de corrupção na construção de barragens – VÍDEO

TVI  – 16 de fevereiro de 2017 

Ambientalistas dizem que o grupo Oderbrecht pagou mais de 750 mil euros


Suspeitas de corrupção nas barragens do Tâmega, Tua e Sabor – VIDEO

SIC Notícias – 16 de fevereiro de 2017 

A associação ambientalista GEOTA entregou na Procuradoria-Geral da Repúblicaum pedido de investigação ao que diz serem suspeitas de corrupção e tráfico de influências nas barragens do Tâmega, Tua e Sabor. João Joanaz de Melo diz que os consumidores vão pagar uma fatura de 10 milhões de euros.


Ambientalistas pedem investigação criminal às novas barragens de Trás-os-Montes – VÍDEO

SIC Notícias – 16 de fevereiro de 2017 

O grupo ambientalista GEOTA apresentou hoje uma queixa na Procuradoria-Geral da República por suspeitas de corrupção e tráfico de influências em três novas barragens. Em causa estão as barragens do Sabor e do Tua, já concluídas, e o complexo de três barragens no Tâmega, cuja construção teve início recentemente. Joanaz de Melo, do grupo ambientalista, diz que estão em causa vários crimes que envolvem governantes, dirigentes da administração pública e empresas.


GEOTA apresenta queixa-crime por suspeitas de corrupção na construção de barragens

SIC Notícias – 16 de fevereiro de 2017

O GEOTA, Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente, apresentou hoje uma queixa na Procuradoria-Geral da República por suspeitas de corrupção e tráfico de influências na construção de três novas barragens.


Portugal em Direto – ÁUDIO

Antena 1 – 16 de fevereiro de 2017

Intervenção de João Joanaz de Melo, entre os minutos 14:00 até 16:10.


Ambientalistas pedem investigação criminal às novas barragens de Trás-os-Montes

Público – 16 de fevereiro de 2017

Pedem uma investigação às decisões tomadas pelos responsáveis políticos e técnicos envolvidos na construção destas novas barragens.


Ambientalistas apresentam queixa-crime contra barragens do Sabor, Tua e Tâmega

Expresso – 16 de fevereiro de 2017

“Suspeitas de corrupção e tráfico de influências” relacionados com a aprovação e construção das novas barragens de Trás-Os-Montes, levam GEOTA a apresentar uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República


Ambientalistas pedem investigação criminal às novas barragens de Trás-os-Montes

Sapo 24/Lusa – 16 de fevereiro de 2017

A organização ambientalista GEOTA informou hoje que apresentou uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República com o propósito de que seja desencadeada uma investigação criminal aos negócios relacionados com as novas barragens de Trás-os-Montes.


Barragens. Associação ambientalista pede investigação a decisões “potencialmente criminais”

Rádio Renascença- 16 de fevereiro de 2017

GEOTA diz ter documentação que levanta suspeitas de corrupção e tráfico de influências e avisa: permissão para construir tantas barragens vai custar 10 mil milhões de euros aos contribuintes.


Noticiário das 11 – ÁUDIO

Rádio Renascença – 16 de fevereiro de 2017

Intervenção de João Joanaz de Melo, entre os minutos 01:40 aos 03:32.


Ambientalistas pedem investigação criminal às novas barragens

Diário de Notícias/Lusa – 16 de fevereiro de 2017

Em causa estão as barragens do Sabor e do Tua, já concluídas, e o complexo de três barragens no Tâmega


Portugal junta-se a dez países para investigar Odebrecht e Lava-Jato

Jornal de Negócios – 17 de fevereiro de 2017

A PGR é uma de 11 entidades que esta quinta-feira se juntaram para acelerar a partilha de informações e criar grupos de investigação conjuntos para investigar eventuais actividades “ilícitas” da Odebrecht no âmbito da operação Lava-Jato nos seus países.


GEOTA pede ao Ministério Público para investigar construção de barragens

Jornal de Negócios – 16 de fevereiro de 2017

O grupo entregou uma queixa-crime na PGR a pedir uma “investigação às decisões tomadas pelos responsáveis políticos e técnicos envolvidos na construção de novas barragens”. Em causa estão obras que integram o Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico, aprovado durante o governo de Sócrates.


Barragens. Governo Sócrates enfrenta suspeitas de corrupção

Observador – 16 de fevereiro de 2017

A associação ambientalista GEOTA apresentou esta manhã uma queixa-crime por suspeitas de corrupção e tráfico de influências nas decisões tomadas no âmbito do programa nacional de barragens.


Barragens sob suspeita de corrupção

Correio da Manhã – 16 de fevereiro de 2017

GEOTA apresenta queixa junto da Procuradoria-Geral da República.


Ambientalistas querem investigação às barragens do Tua, Foz do Sabor e Tâmega

Mensageiro de Bragança – 16 de fevereiro de 2017

O GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente entregou, esta manhã de quinta-feira, na Procuradoria-Geral da República, em Lisboa, uma queixa-crime pedindo uma investigação às decisões tomadas pelos responsáveis políticos e técnicos envolvidos na construção de novas barragens.


Barragens: Suspeitas de corrupção e tráfico de influências chegam à PGR

Sábado – 16 de fevereiro de 2017

GEOTA entregou uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República para que o Ministério Público investigue as decisões relativas à construção dos empreendimentos do Plano Nacional de Barragens


Ambientalistas pedem investigação criminal às novas barragens de Trás-os-Montes

Ambiente Magazine – 16 de fevereiro de 2017

A organização ambientalista GEOTA informou hoje que apresentou uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República com o propósito de que seja desencadeada uma investigação criminal aos negócios relacionados com as novas barragens de Trás-os-Montes, avança a Lusa.


Fridão coloca em risco Amarante

Ambiente Magazine – 16 de fevereiro de 2017

A associação ambientalista Geota alega que a construção da barragem do Fridão apresenta um risco para Amarante, afirma hoje o Correio da Manhã. “Em caso de uma falha grava não existiria tempo para evacuar a cidade. A ponte de São Gonçalo seria atingida no espaço de 12 minutos por um “muro” de água com 14 metros de altura”, dise ao CM Joanaz de Melo, do Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente.


Pede-se investigação criminal às novas barragens de Trás-os-Montes

Notícias ao Minuto/Lusa – 16 de fevereiro de 2017

A organização ambientalista GEOTA informou hoje que apresentou uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República com o propósito de que seja desencadeada uma investigação criminal aos negócios relacionados com as novas barragens de Trás-os-Montes.


GEOTA pede investigação criminal às decisões de construção das barragens do Tâmega, Tua e Sabor

Notícias do Nordeste – 16 de fevereiro de 2017

O Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA ) entregou, esta manhã, na Procuradoria-Geral da República, em Lisboa, uma queixa-crime pedindo uma investigação às decisões tomadas pelos responsáveis políticos e técnicos envolvidos na construção das barragens de Foz Tua e Sistema Eletroprodutor do Tâmega (barragens de Daivões, Gouvães e Alto Tâmega), Fridão e, também, ao Aproveitamento Hidroelétrico do Baixo Sabor.


Ambientalistas pedem investigação criminal às novas barragens de Trás-os-Montes

Correio da Manhã Canadá – 16 de fevereiro de 2017

A organização ambientalista GEOTA informou hoje que apresentou uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República com o propósito de que seja desencadeada uma investigação criminal aos negócios relacionados com as novas barragens de Trás-os-Montes.


Ambientalistas pedem investigação criminal às novas barragens de Trás-os-Montes

Impala News / Lusa – 16 de fevereiro de 2017

A organização ambientalista GEOTA informou hoje que apresentou uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República com o propósito de que seja desencadeada uma investigação criminal aos negócios relacionados com as novas barragens de Trás-os-Montes.


Ambientalistas pedem investigação às novas barragens

Dinheiro Vivo/Lusa – 16 de fevereiro de 2017

Em causa estão as barragens do Sabor e do Tua, já concluídas, e o complexo de três barragens no Tâmega, cuja construção teve início recentemente.


Ambientalistas apresentam queixa na Procuradoria-Geral

Onda Livre FM – 16 de fevereiro de 2017

Esta manhã, o Grupo de Estudos do Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) entregou uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República, em Lisboa, onde pedem uma investigação aos responsáveis políticos e técnicos na construção das Barragens do Tua, Sabor e do Tâmega.


Suspeitas de corrupção e tráfico de influências nas barragens do Tâmega

Rádio Região de Basto – 16 de fevereiro de 2017

O GEOTA – Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente entregou, na Procuradoria-Geral da República, em Lisboa, uma queixa-crime pedindo uma investigação às decisões tomadas pelos responsáveis políticos e técnicos envolvidos na construção de novas barragens.


Ambientalistas pedem investigação criminal às novas barragens

Diário de Trás-os-Montes/Lusa – 16 de fevereiro de 2017

A organização ambientalista GEOTA informou hoje que apresentou uma queixa-crime na Procuradoria-Geral da República com o propósito de que seja desencadeada uma investigação criminal aos negócios relacionados com as novas barragens de Trás-os-Montes.


Rutura na futura barragem de Fridão pode inundar baixa de Amarante em 12 minutos – VÍDEO

SIC Notícias – 13 de fevereiro de 2017

O professor de Engenharia do Ambiente e ativista do GEOTA, Joanaz de Melo, alertou esta segunda-feira que uma rutura na futura barragem de Fridão poderia inundar toda a baixa de Amarante em apenas 12 minutos.


“Há alternativas muitíssimos melhores” – VÍDEO

SIC Notícias – 9 de fevereiro de 2017

A Iberdrola apresenta hoje o Sistema Eletroprodutor do Tâmega, um investimento de 1.500 milhões de Euros que contempla a construção de três barragens: Daivões, Gouvães e Alto Tâmega. Joanaz de Melo, do GEOTA, esteve na Edição da Manhã de hoje para falar sobre o projeto.


Barragens do Alto Tâmega? “Uma fraude”, dizem os ambientalistas

SAPO 24 – 9 de fevereiro de 2017

A associação ambientalista GEOTA reafirmou hoje a sua oposição à construção das três novas barragens do Alto Tâmega e acusou o projeto de representar “uma fraude”, contestando os números da produção elétrica apresentados pela concessionária Iberdrola.


Investimento de 1.500 M€ para construção de 3 barragens – VÍDEO

SIC Notícias – 9 de fevereiro de 2017

O arranque oficial da construção do sistema eletroprodutor do Tâmega foi feito esta manhã, em Ribeira de Pena. É um investimento de 1.500 milhões de euros e prevê a construção de três barragens, no Alto Tâmega, Daivões e Gouvães. É considerada uma das maiores empreitadas de sempre no setor elétrico em Portugal, mas associações ambientais estão contra e dizem que o projeto é uma fraude.


Construção de barragens no Alto Tâmega contestada por ambientalistas – VÍDEO

SIC Notícias – 9 de fevereiro de 2017

O Sistema Eletroprodutor do Tâmega, que foi esta quinta-feira apresentado em Ribeira de Pena, está a ser contestado por ambientalistas. A Iberdrola apresentou o projeto hidroelétrico para a construção de três barragens, no valor de 1.500 milhões de euros


Ambientalistas vão continuar contestação às barragens

TSF – 9 de fevereiro de 2017

Ambientalistas dizem que barragens do Alto Tâmega são “uma fraude”

(…) A associação ambientalista GEOTA reafirmou esta quinta-feira a sua oposição à construção das três novas barragens do Alto Tâmega e acusou o projeto de representar “uma fraude”, contestando os números da produção elétrica apresentados pela concessionária Iberdrola. (…)


Barragens da Iberdrola no Alto Tâmega são “uma fraude”

Esquerda.net – 9 de fevereiro de 2017

Associação ambientalista GEOTA defende que o retorno real das barragens “é insignificante face aos impactes sociais, ambientais, culturais e económicos do projeto”. Bloco propôs eliminação de subsídio de 22 milhões às barragens da Iberdrola e da EDP.


Iberdrola apresentou “um dos seus maiores projectos europeus” no Tâmega

Publico – 9 de fevereiro de 2017

Ambientalistas contestam sistema que trará muito betão e pouca produção. Empresas portuguesas ganharam 80% dos contratos que já foram lançados.

(…) São estes números que são contestados pelos ambientalistas: a Rios Livres recorda que uma das barragens do sistema, a de Gouvães, não é uma mera central de turbinagem, mas sim de bombagem de água, e ela própria consumidora de energia. “A central será utilizada para bombear água de, e para, a albufeira de Daivões, através de um túnel hidráulico. Portanto, aos valores de produção de electricidade bruta anunciados tem de ser descontada a electricidade gasta a transportar água, o que faz descer a produção para valores líquidos muito mais baixos (333 GWh/ano) — ou seja, 0,6% dos cerca de 52802 GWh/ano de disponibilidade de energia eléctrica para consumo nacional, em 2014”, afirma a associação, em comunicado.(…)


Barragens da Iberdrola são “uma fraude”, denuncia Joanaz de Melo – VÍDEO

Expresso/SIC Notícias – 9 de fevereiro de 2017

O professor de Engenharia do Ambiente diz que a construção de três barragens pelos espanhóis da Iberdrola no norte do país vai encarecer a fatura da luz entre 2% e 3%. Segundo o presidente da GEOTA, o empreendimento é irrelevante na produção de energia elétrica e vai afetar a economia local do Tâmega


Governo defende aspectos ambientais positivos das barragens no Tâmega

Negócios – 9 de fevereiro de 2017

Apesar do impacto ambiental que as três centrais da Iberdrola vão ter, a energia renovável que vai ser produzida vai contribuir para a redução de emissões poluentes em Portugal, defende o Executivo.

(…) O projecto tem sido bastante criticado pelo grupo ambientalista Grupo de Estudos de Ordenamento do Território e Ambiente (GEOTA) que considera que as três barragens vão encarecer a factura da luz em 2% a 3%. “É uma fraude”, disse o presidente da GEOTA em entrevista à SIC Notícias esta quinta-feira. João Joanaz de Melo defende que o projecto é irrelevante em termos de produção de energia eléctrica e que vai afectar a economia local do Tâmega. (…)

 


Maior complexo de barragens do país nasce no Tâmega

Expresso – 8 de fevereiro de 2017

Iberdrola vai investir 1500 milhões de euros para construir três barragens na região Norte. O projeto começou com a entrega de um “cheque” de 303 milhões de euros ao Governo de Sócrates, em 2008

(…)Associações de defesa do ambiente como o grupo GEOTA vêm-se manifestando contra as novas barragens, concluindo que o seu contributo para responder ao consumo de energia no país será residual. Na ótica destes movimentos, seria preferível e economicamente mais racional investir em soluções de eficiência energética que baixassem o consumo de eletricidade em Portugal. Em contraste, os promotores dos empreendimentos argumentam que as barragens permitem ao país explorar um recurso endógeno e travar a importação de combustíveis fósseis para a produção de eletricidade (como carvão e gás natural) (…)


Ana Brazão e Pedro Santos sobre o Plano Nacional de Barragens – ÁUDIO

É Apenas Fumaça – 5 de janeiro de 2017

A Fumaça entra no novo ano com um assunto que, desde cedo, carece de escrutínio: o Plano Nacional de Barragens. Apresentado como indispensável para o cumprimento de metas ambientais e com o objectivo de aproveitar o potencial hídrico português, acarreta, também, custos para a carteira dos contribuintes e para o ambiente, numa realidade que parece distanciar-se da retórica política e numa afronta direta à ideia de energia verde. Fomos conversar com a Ana Brazão e o Pedro Santos, do projecto Rios Livres GEOTA, que têm desempenhado um papel muito activo na divulgação do impacto social e ambiental do plano junto das populações locais e na sensibilização da opinião pública, mas também do poder local e central, para a emergência de uma discussão séria e inclusiva sobre as reais necessidades de investimento em megaprojetos de produção de energia hidroelétrica.


600 sobreiros vão ser abatidos em Trás-os-Montes

UTAD TV – 26 de dezembro de 2016

Governo autorizou o abate de mais de 600 sobreiros na área onde a empresa de energia Iberdrola vai construir a barragem de Gouvães, no rio Tâmega, noticia o jornal “Público”.


Barragem abate 608 sobreiros

Ambiente Magazine – 26 de dezembro de 2016

Foi autorizado o abate de 608 sobreiros em cerca de 4,6 hectares localizados na área onde irá ser construída a barragem de Gouvães, que integra o Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET) e abrange os concelhos de Cabeceiras de Basto, Vila Pouca de Aguiar e Ribeira de Pena, noticia hoje o Jornal de Notícias.


Governo autoriza abate de 608 sobreiros para construir barragem

Esquerda.net – 26 de dezembro de 2016

Iberdrola com luz verde para arrancar árvores, algumas das quais centenárias, para a construção de barragens no rio Tâmega que não foram suspensas na revisão do Plano Nacional de Barragens.


Governo dá luz verde ao abate de 600 sobreiros em Trás-os-Montes

Público – 26 de dezembro de 2016

Iberdrola já começou a cortar árvores para construir barragens do Tâmega. Movimento Rios Livres diz que algumas são centenárias.


Barragem do Tua já encheu, mas contrapartidas para a região ainda andam no ar

Público – 15 de outubro de 2016

Durante cinco anos, fez-se tudo pelo paredão da barragem e muito pouco pelas medidas compensatórias. Um caldo de inércia e desconfiança paralisou o processo. Uma história do Portugal interior.


Metano gerado nas barragens equivale ao das emissões de dióxido de carbono do Brasil

Observador – 29 de setembro de 2016

O metano – um gás que gera 25 vezes mais efeito de estufa do que o dióxido de carbono – libertado nas barragens pode equivaler a todas as emissões do Brasil, revela um estudo a publicar na BioScience.


Plano Nacional de Barragens: Um gigante que produz quase nada | VÍDEO

Biosfera/RTP2 – 24 de setembro de 2016

Quase uma década após o lançamento do Plano Nacional de Barragens, apenas três grandes projetos subsistem. O Governo reavaliou o Plano no início do ano e manteve Foz Tua, Fridão e o Sistema Eletroprodutor do Tâmega. Os três empreendimentos vão contribuir com 1,7% para o fornecimento de eletricidade.
Muito pouco, dizem os críticos, face à vaga de destruição que provocam.


“Justiça para um amigo assassinado”, pede a Plataforma Salvar o Tua

Rádio Onda Livre – 23 de setembro de 2016

Ainda sobre se é possível salvar o Tua, João Joanaz de Melo, coordenador da Plataforma Salvar o Tua, considera que tal só seria possível se as autoridades competentes voltassem atrás com as decisões tomadas. Não acredita grandemente nessa reversão, por isso, pede justiça para um amigo assassinado.


Ambientalistas saem da Comissão de Acompanhamento da barragem do Tua

Rádio Brigantia – 23 de setembro de 2016

Os ambientalistas representados pela Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente suspenderam a sua representação na Comissão de Acompanhamento Ambiental do Aproveitamento Hidroeléctrico de Foz Tua.


Comissão de Acompanhamento Ambiental do Aproveitamento Hidroelétrico de Foz Tua reage à tomada de posição das ONGA

Notícias do Nordeste – 23 de setembro de 2016

Comissão de Acompanhamento Ambiental do Aproveitamento Hidroelétrico de Foz Tua reage à tomada de posição das ONGA


Comissão de Acompanhamento Ambiental do Aproveitamento Hidroelétrico de Foz Tua diz não se rever na decisão das associação ambientalistas

Rádio Onda Livre – 23 de setembro de 2016

“As demais entidades que compõem a Comissão de Acompanhamento Ambiental do Aproveitamento Hidroelétrico de Foz Tua não se revêm na tomada de posição das Organizações Não Governamentais de Ambiente”, nomeadamente a GEOTA e a Plataforma Salvar o Tua.


Barragem de Foz Tua: «comissão ambiental faz o jogo da EDP»

Abril Abril – 22 de setembro de 2016

Associações ambientalistas suspenderam a representação na Comissão de Acompanhamento Ambiental (CAA) da barragem de Foz Tua e acusam a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) de ser «conivente com incumprimentos vários por parte da EDP».


Ambientalistas abandonam Comissão de Acompanhamento da Barragem do Tua

Ambiente Magazine – 22 de setembro de 2016

As associações ambientalistas representadas na Comissão de Acompanhamento Ambiental (CAA) da Barragem do Tua anunciaram hoje que decidiram suspender a sua representação neste órgão, por alegados incumprimentos das medidas de compensação e contrapartidas.


Ambientalistas não vão participar mais na Comissão de Acompanhamento Ambiental do Aproveitamento Hidroelétrico de Foz Tua

Rádio Onda Livre – 22 de setembro de 2016

A Confederação Portuguesa das Associações de Defesa do Ambiente decidiu suspender a sua representação na Comissão de Acompanhamento Ambiental do Aproveitamento Hidroelétrico de Foz Tua, por considerar que este órgão est